Circular de ajuste salarial 2018 DE BELO HORIZONTE E REGIÃO

CLIQUE AQUI PARA FAZER O DOWNLOAD.

Leia Mais »

EDITAL SOBRE CONTRIBUIÇÃO SINDICAL 2018

Clique para fazer o download.

Leia Mais »

Mais de 470 mil trabalhadores ainda não sacaram a cota do PIS, no Rio

Cerca de R$ 6,7 milhões ainda não foram retirados por mais de 470 mil trabalhadores que têm direito a sacar as cotas do PIS, no Rio de Janeiro.

O prazo para quem trabalhou em empresas ou no setor público de 1971 a 1988 termina na sexta-feira, dia 28 de setembro. Em todo país, são mais de 4 milhões de pessoas que deixaram o saque para última hora. O volume de recursos disponíveis soma R$ 6,3 bilhões para o saque até o dia 28 de setembro. A média de pagamento por beneficiário é de R$ 1.370.

De acordo com dados da Caixa Econômica Federal (CEF), São Paulo é o estado que concentra o maior volume de recursos retidos, com R$ 1,9 bilhão ainda disponíveis para 1,3 milhão de trabalhadores.

Depois do dia 28, os saques voltam a ser restritos e só poderão ser feitos por quem tiver 60 anos ou mais ou se pedir a aposentadoria, por exemplo.

Como fazer a consulta

Para saber se tem direito ao saque, o trabalhador pode consultar a situação do seu benefício na página da Caixa. A consulta permite ver o valor que tem a receber, a data do saque e os canais disponíveis para realização do pagamento. Caso o valor já tenha sido creditado em conta, o site informa também qual a conta e banco.

Outros canais para consultar o benefício são o aplicativo Caixa Trabalhador, que está disponível para download nas plataformas Android e IOS. O APP é gratuito e as informações estão disponíveis ao clicar no link “Informações Cotas do PIS”, onde o trabalhador deverá informar o CPF ou NIS, data de nascimento para saber se possui saldo de cotas do PIS. Para verificar o valor também deverá ser informada a senha internet.

Outras opções de consulta para os trabalhadores são os terminais de Autoatendimento, por meio do Cartão do Cidadão, ou o internet banking para correntistas da CAIXA, na opção “Serviços ao Cidadão”.

O que preciso fazer para sacar o dinheiro?

Na Caixa Econômica (empregado no setor privado)

Até R$ 1.500: saque no caixa eletrônico, com senha do Cartão Cidadão (o cartão não é necessário); saque em lotéricas ou lojas que sejam correspondentes bancários da Caixa (com a marca Caixa Aqui), com documento oficial com foto (RG, por exemplo), Cartão Cidadão e senha do Cartão Cidadão ou com cartão do Bolsa Família, senha do Cartão Cidadão e documento oficial com foto; transferência para a sua conta de outro banco, de graça, nos caixas localizados dentro das agências, com documento oficial com foto.

Entre R$ 1.500 e R$ 3.000: saque no caixa eletrônico, com Cartão Cidadão e senha do Cartão Cidadão; saque em lotéricas ou lojas que sejam correspondentes bancários da Caixa (com a marca Caixa Aqui), com documento oficial com foto (RG, por exemplo), Cartão Cidadão e senha do Cartão Cidadão ou com cartão do Bolsa Família, senha do Cartão Cidadão e documento oficial com foto; transferência para a sua conta de outro banco, de graça, nos caixas localizados dentro das agências, com documento oficial com foto.

A partir de R$ 3.000: saque apenas nos caixas localizados dentro das agências do banco, com documento oficial com foto (RG, por exemplo); transferência para a sua conta de outro banco, de graça, nos caixas localizados dentro das agências, com documento oficial com foto.

Banco do Brasil (empregados no setor público)

Até R$ 2.500: transferência para a sua conta de outro banco, de graça, no caixa eletrônico ou pelo site www.bb.com.br/pasep, com CPF e título de eleitor; saque nos caixas localizados dentro das agências do banco, com documento oficial com foto (RG, por exemplo).

Acima de R$ 2.500: transferência para a sua conta de outro banco, de graça, nos caixas localizados dentro das agências, com documento oficial com foto (RG, por exemplo); saque nos caixas localizados dentro das agências, com documento oficial com foto (RG, por exemplo).

Fonte:  Jornal Extra

Leia Mais »

ATENÇÃO, TRABALHADORES E TRABALHADORAS NAS INDÚSTRIAS DE CONFECÇÕES DE ROUPAS DE BELO HORIZONTE E REGIÃO

Pra você que quer ter uma entidade que continue a defender os seus direitos e a manutenção dos benefícios conquistados pelo sindicato como o PRÊMIO DE ASSIDUIDADE, (7% para o setor de produção e 3,5% para o setor administrativo)  PRÊMIO DE RETORNO DE FÉRIAS (R$ 477,00), o TRIÊNIO (5%, 10% e 15%, para trabalhadores com 3, 6 e 9 em diante, respectivamente), o LANCHE GRATUITO, SEGURO DE VIDA e outros mais, ainda dá tempo. O Sindicato não recebe verbas de governo e de patrões, diferentemente dos sindicatos dos patrões, o sindicato sobrevive com as contribuições dos trabalhadores que se não contribuírem não tem como existir e consequentemente, os trabalhadores perdem os direitos conquistados.

Faça como muitos já fizeram, escreva uma carta como o modelo abaixo, tire uma foto e envie pelo Whatsapp (31)99898-9961 e entregue na sua empresa.

Eu,___________________________________________________

funcionário(a) da empresa: ________________________________

Autorizo o desconto das contribuições do sindicato.

Nome da cidade, _____ de _________________________ de 2018.

Assinatura ______________________________________________________

Fortaleça o seu sindicato para garantir os seus direitos. UNIDOS SOMOS MAIS!

Maiores informações: 3047-7810 ou mensagem via Whatsapp 99898-9961.

 

Leia Mais »

Informativo

Quando o empregador registra salário do trabalhador menor do que o que ele realmente recebe, frustra seus direitos, pois prejudica sua aposentadoria, seu FGTS, a multa de 40% na rescisão, horas extras, adicionais, etc. Trata-se de fraude punível conforme o Código Penal.

Leia Mais »

Ministério Público confirma: prêmio assiduidade e benefício alimentação só para sindicalizados

Uma decisão do Ministério Público do Trabalho, em julho deste ano, confirmou o dispositivo da convenção coletiva da construção civil que define: prêmio assiduidade (240 reais/mês) só para quem é sindicalizado.

Essa decisão foi proferida pela procuradora Heloise Ingersoll Sá, após denúncia anônima levada ao Ministério Público. A procuradora arquivou o caso.

“Cesta básica e vale refeição por não decorrem de obrigação com previsão legal, dependem de previsão expressa em instrumento coletivo de trabalho. Ou seja, dependem da atuação do sindicato”, escreveu a procuradora na notificação.

Leia aqui a íntegra do documento

O número da notificação para consulta é 003154.2018.01.000/3 no site http://www.prt1.mpt.mp.br

Procuradora cita trabalhadores “caroneiros”

Na notificação, a procuradora Heloise Ingersoll Sá lamenta os danos da Reforma Trabalhista.

Ela defende que o financiamento do Sindicato, por meio da sindicalização para garantia do assiduidade por exemplo, está diretamente ligado ao debate da entidade.

“Impedir que os sindicatos estabeleçam essas formas de financiamento alternativo, não só afasta o trabalhador do debate legítimo sobre o financiamento de uma entidade que obrigatoriamente o representa, como estimula denúncias, como a presente, por parte dos chamados “caroneiros” – beneficiários das vantagens advindas da representação que não querem arcar com os custos.”

Assim, a procuradora aponta aqueles trabalhadores que se beneficiam das conquistas históricas do Sindicato, como o cartão assiduidade por exemplo, mas não querem colaborar com o seu próprio Sindicato. Ou seja, os caroneiros.

Heloise ainda cita posicionamento da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), que confirma que as decisões das assembleias são obrigatórias a toda a categoria.

Via: Sintraconstrio

Leia Mais »

Desligamento por acordo enfrenta receio inicial de empregadores

O distrato para terminar um vínculo empregatício, uma das novidades da reforma trabalhista, representa 1% de todos os desligamentos em 2018, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego.

Foram 61 mil pessoas que firmaram o acordo entre janeiro e maio deste ano.

Por ele, o empregador paga metade da multa pelo fim do contrato, e o trabalhador pode retirar 80% do saldo do FGTS. Ele fica impedido de receber seguro-desemprego.

“As empresas perceberam aumento significativo dos pedidos por distratos, mas têm sido criteriosas para aceitar”, diz Luiz Góis, sócio do BMA.

Há dúvidas a respeito de como o tema será tratado pela Justiça, e até que sejam tomadas decisões de tribunais superiores, os empregadores terão receio em usar o acordo.

A cautela é natural, diz Flavio Pires, do Siqueira Castro, mas um desligamento que não fosse um “tudo ou nada” era uma necessidade e, em algum momento, vai pegar.

“Em um mercado de trabalho pujante haverá uma corrida para essa modalidade.”

Era preciso criar uma solução, mas veio em um momento de desemprego em alta, diz Patricia Pelatieri, coordenadora do Dieese (departamento intersindical de estudos).

“Ele beneficia mais os empregadores, nesse momento.”

FONTE: Coluna Mercado Aberto, Folha de S. Paulo

Leia Mais »